segunda-feira, 16 de abril de 2012

Ausência de aula e atividade

Olá a todos,

Aviso que hoje, 16.04.2012, não teremos aula, mas é necessário que todos leiam a matéria a seguir e participem deixando algo escrito nos comentários deste blog sobre o que entendeu do texto e suas implicações. Para comentar aqui no blog da nossa disciplina deixando o seu nome, é preciso ter ou criar uma conta no gmail.
Esta tarefa faz parte do processo avaliativo também.
Atenciosamente,

Prof. Leonardo Ramon



Conheça os hábitos de líderes de TI inovadores

Não existe um manual de inovação, mas considere as melhores práticas desses especialistas e as lições aprendidas

Escrever sobre inovação é muito parecido com escrever sobre política ou meio-ambiente. O assunto é tão amplo e complexo que desafia visões gerais e ordens. Portanto, com esse atributo em mente, permitam-me proceder falando sobre alguns pontos do programa “Innovative CIO”, de que participei recentemente na Universidade de Stanford, assim como sobre o que alguns leitores compartilharam comigo em resposta a minha recente coluna “Inovação não acontece por acaso”.

1. Permitir inovação. Isso é óbvio – bem longe de algum conceito não convencional, você deve imaginar. Mas a realidade é que a maioria das pessoas não reserva tempo para pensar sobre inovação porque não existe direção ou permissão vinda lá de cima pra isso. Na maioria das áreas de TI, as pessoas estão tão ocupadas mantendo as luzes acesas que não antecipam o que virá depois – os aplicativos de negócios inovadores, sistemas e processos que podem gerar vantagem competitiva.

A InformationWeek EUA escreveu sobre empresas que criaram equipes de TI centradas em inovação para que as pessoas saiam da zona de conforto diária. A ADP, empresa que terceiriza folha de pagamento e RH, por exemplo, no ano passado começou um laboratório de inovação, liderado pelo CIO Mike Capone, que consiste em quatro ou cinco profissionais permanentes. Incluindo os chamados experts em inovação, e outros 15 ou 20 profissionais de TI que fazem rodizio de seis meses no laboratório. A empresa Caesars Entertaiment, do grupo Casino, criou, há alguns anos, um grupo de inovação, hoje liderado pela CTO Katrina Lane, que busca talentos em TI, marketing, planejamento financeiro e outras áreas. O grupo tem processos rigorosos para propor, financiar, pilotar e avaliar os resultados de suas iniciativas pioneiras de tecnologia.

David Robinson, CIO da Lockton Companies, baseadas na cidade do Kansas, me escreveu para defender a antiga abordagem das atividades paralelas. A área de TI da Lockton não tem uma equipe formal de inovação, mas os profissionais não precisam de permissão para sair de suas tarefas cotidianas. “Dê ao profissional um desafio específico e o incentive a solucioná-lo sem regras ou restrições”, disse Robinson. “A maioria deles tem capacidade e trabalham sob essas circunstâncias”. A empresa de fundo mútuo, Vanguard, é mais ad hoc com essa permissão. Quando a área de TI está selecionando uma equipe para um projeto de vanguarda, ela busca voluntários, que irão fazer hora extra para trabalhar no projeto enquanto mantêm as responsabilidades do dia-a-dia.

2. Envolver pessoas. O processo de inovação não é uma análise de mesas atuariais. Deve ser mais energizante, empolgante e incluir diferentes funções de trabalho e tipos de personalidade.

Um famoso estudo de caso de Stanford sobre a empresa desenvolvedora de software e engenharia, Rite-Solutions e sua ferramenta interna criada para inovação, chamada Mutual Fun, é um bom exemplo. Em poucas palavras, os funcionários da Rite-Solutions propõem ideias – para economizar dinheiro ou desenvolver novos produtos – conforme mudam as listas de ações internas no Mutual Fun. Outros funcionários ajudam a escolher os vencedores (e perdedores) ao apostar (ou não) seu dinheiro virtual nessas ações. Todos na empresa são incentivados a participar do processo de inovação e se divertir no processo; não é um exercício exclusivo para os bons e ótimos. (Caesars é rapida em dizer que seu grupo de inovação não “domina” a inovação baseada em TI da empresa, mas é responsável por seu direcionamento).

O Mutual Fun apela para uma necessidade humana básica: reconhecimento social. E como as ideias estão em constante movimento, é fácil acabar com as ruins. “As ideias ruins que geralmente vencem, vencem devido às habilidades do comunicador”, observa Brian Lillie, CIO da operadora de data center Equinix, que ajudou a organizar o programa de inovação de Stanford. “A organização se torna um eco do chefe”.

3. À vontade para fracassar. “No mundo corporativo, fracasso é palavrão e ninguém quer falar sobre isso”, lamenta Steve Schlecht, CEO da fabricante de roupas Duluth Trading Co. Profissionais de TI em geral buscam paz de espirito, o que Baba Shiv, professor de marketing em Stanford, e seus colegas chamam de estado mental Tipo 1. Eles temem errar. Empresas precisam cultivar o estado mental Tipo 2, que é o medo de perder oportunidades. É o estado mental inovador.

Reza a lenda que, nos primórdios da MTV, o supervisor Steve Ross demitiu cinco funcionários que não fracassam o bastante. O grupo de inovação da Caesars “força” uma taxa de 50% de erros – é uma medida interna e não algo de que a equipe de Lane se orgulha. Ela imagina que se a equipe não falhar esse tanto, não está desafiando pra valer os limites.

Isso não significa que esses inovadores gostem de fracassar – isto é, não fiquei muito à vontade para fracassar. A Caesars, por exemplo, tem muito cuidado ao gerenciar risco e exposição como parte do processo de inovação. A ideia é fracassar logo (você já ouviu isso) e sem gastar muito e aprender com seus erros, possivelmente gerando ideias para inovações relacionadas.

4. Lapidar aos poucos. Ao colocar as ideias na mesa e começar dar-lhes forma, não busque a perfeição. Na verdade, é até melhor começar com objetivos vagos de inovação e criar protótipos brutos, de acordo com o especialista de Stanford. Shiv fala sobre jugaad, uma palavra Hindi que significa, em tradução livre, inovação barata. A ideia é que você não estimula inovação agindo como se tivesse tudo certo desde o inicio. É um processo que se beneficia de muitos começos e recomeços envolvendo ideias de diferentes pessoas.

Se tiver um protótipo bem lapidado, a tendência é que os outros busquem por falhas. Mas se o protótipo for bem bruto, os colegas tendem a ver oportunidades e vão ajudar no processo de “co-criação” para melhorá-lo, segundo Shiv. “As ideias se tornam seus bebês”, disse ele. Essa abordagem é ensinada no renomado Instituto de Design Hasso Plattner, de Standford, onde mais ou menos 40 participantes do programa de três dias, Innovative CIO, se reuniram por algumas horas para aprendizado prático.

Fomos separados em dois grupos e tivemos uma hora pra discutir com nossos parceiros sobre um recente presente que demos e então criar um protótipo de um processo melhor para dar o presente, usando apenas papel, marcador, escovas e outros materiais rudimentares. O exercício produziu algumas boas ideias. (Uma delas foi a criação de um processo parecido com Mutual Fun para troca de presentes entre amigos e familiares.)

Os protótipos mais brutos também encorajam feedback mais sincero, disse Evelyn Huang, da escola de design. Se levar muito tempo preparando sua apresentação, seus colegas (geralmente educados) estarão mais propensos a não querer te magoar com criticas. Adote a abordagem: “eu sei que está um lixo, mas vamos criar a partir daqui”, disse Huang. (De volta ao “aprender com seus erros”).

5. Incutir um sentimento de desespero. Quando os tempos são difíceis, como durante uma recessão, a tendência é todos fiquem cabisbaixos. Quando os negócios estão bem, a tendência é não arriscar o sucesso. Nenhum dos dois cenários é bom para ideias criativas.
Tanto em tempos ruins quanto nos bons, as empresas devem se cobrar inovação. Shiv recomenda um exercício “pre-mortem”: olhe para os próximos dois, três, cinco anos e imagine que o negócio ou que algum projeto fundamental de TI tenha fracassado. Isso força a empresa a encarar possíveis ameaças e aproveitar oportunidades agora, não quando a próxima crise atacar.

6. Começar conversando com pessoas. Isso bate pesquisas de campo. Nosso breve exercício com o presente começou com uma discussão com um presenteador da vida real, o “cliente” do processo que estávamos querendo melhorar. É incrível o que você consegue captar de conversas informais. Ken Stewart, CEO da empresa de consultoria de mudança de gestão ChangeForce, concorda. “Eu acredito muito que insight real venha de interação”, Stewart me escreveu em resposta ao meu recente artigo sobre inovação. “Os executivos que têm mais contato com seus clientes e com o mercado, geralmente têm o “quociente de inovação” mais forte”.

7. Atenção às consequências não previstas. Compreenda a diferença entre inovar para alcançar um beneficio definido e mudar pelo bem de mudar. “O primeiro é ótimo; o segundo pode ser caro e desastroso”, disse o leitor Christopher Engel, um gerente de infraestrutura de rede que trabalhar para a empresa de software Conxeo. “Mesmo que a mudança seja um grande benefício para uma área, pode resultar em sérias consequências em outras áreas”. Engel cita mídias sociais e mobilidade. Muitas empresas que se apressaram nessa área acabaram se queimando porque não consideraram os riscos, como a exposição de dados sigilosos da empresa.

“É ótimo que muitas empresas tenham ‘campeões em inovação’”, disse ele. “Ao mesmo tempo, elas precisam demais de indivíduos que possam dar um passo pra trás e olhar com calma para os efeitos práticos que qualquer inovação deseja alcançar, junto com custos e possíveis consequências não planejadas. Infelizmente, sempre que ouço alguém falar sobre inovação, a imagem do Titanic me vem à mente. Todo o design do navio deveria ser uma inovação naquela época. Infelizmente, a White Star Lines estava tão apaixonada por sua inovação “insubmersível” que se esqueceu de dar a atenção necessária aos botes salva-vidas”.


Fonte: http://informationweek.itweb.com.br/7728/conheca-os-habitos-de-lideres-de-ti-inovadores/


30 comentários:

  1. "O texto é bem claro ao informar que não existe uma receita pronta para a formação de empresas ou profissionais com carácter inovativo! Basta ver como está intitulada a coluna do autor: “Inovação não acontece por acaso”. Entretanto ao discorrer do texto ele aborda os assuntos que ele acha mais relavantes para quem sabe chegar a esse objetivo. No primeiro tópico por exemplo,"Permitir inovação", achou importante repassar a informação adquirida com David Robinson, CIO da Lockton Companie, que argumentou que na área de TI dessa compania funciona com um sistema mais aberto, menos burocático o que favorece uma dinâmica maior entre o grupo e consequentemente favorece a inovação! O texto segue nesses moldes , dando sete dica para área de T.I. de empresas e afins. Como conclusão ele frisa com uma exemplificação fantástica: O Titanic. Navio que apesar de toda a sua estrutura vanguardista para a época, acabou deixando lacunas quando houve um acidente, a falta de botes! Com isso creio que o autor quis dizer que não basta ter o sistema mais avançado e mais complexo se não houver a preocupação com as partes simples e fundamentais, principalmente aquelas que podem vim a salvar sua empresa em momento de adversidades e problemas não previstos."

    Rhuan Sousa Serra Lima. Matrícula 12h15618

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  2. O que eu pude entender do texto lido é que a inovação, parte não de um modelo ou de um modo único. A inovação parte como o próprio texto diz de uma série de "melhores práticas e lições aprendidas". Ou seja, não existe uma receita pronta para que algo ocorra com sucesso, principalmente quando se trata de algo inovador. Nós devemos estar sempre preparados para o que pode ocorrer, sendo coisas boas ou não, já que por mais que tenhamos boa vontade de fazer algo dar certo nem sempre assim será. Então o autor dá essas dicas para que a gente veja que a inovação é algo não diria simples, porém não tão complicado, mas que devemos estar sempre preparados para que a tentativa de inovação dê certo ou não.

    Jéssyca Oliveira Santos - 12H20204

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  3. A inovação dentro de uma organização é algo necessário para a empresa não ficar para trás, principalmente com inovações relacionadas à tecnologia.O processo de mudança com certeza não se dará sozinho, o envolvimento de pessoas realmente interessads é muito importante.Não se culpar por um fracasso, porque esse fracasso pode servir de lição.A frase “não se mexe em time que está ganhando” pode servir e não para este tópico, pois como dito antes a empresa precisa de inovação constantemente, porém o afobamento pode atrapalhar uma coisa que estava dando certo.

    Bruna Marianne Ferreira Solon- 12H11280

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  4. O texto mostra a importância do incentivo no processo de criação de uma empresa, o mercado hoje em dia sofre constantemente com mudanças por isso se faz necessário o incentivo à novas ideias, muitas vezes grandes ideias ou oportunidades são perdidas pela falta de apoio mesmo pela falta de direcionamento. Por isso as empresas tem percebido como e fundamental saber ouvir seus funcionários e clientes , nessa hora e que se faz necessário a presença do bom profissional Administrador, ele utilizando todo o seu conhecimento será o responsável por mostrar o caminho a seguir, saber enxergar novas ideias e evoluí-las de maneira satisfatória, assim como anteceder futuros imprevistos .

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  5. Bom, o texto mostra que a inovação em uma empresa não vai chegar do nada, mas sim da pró - atividade dos funcionários. Acontece que a inovação ainda não é muito convencional. O texto mostra também que para ter inovação é preciso ter trabalho em grupo, é preciso entender que o fracasso faz parte da vida de uma empresa e que do fracasso pode se tirar vários proveitos e aprendizagem e que é importante muita cautela ao se realizar uma nova ideia, avaliando os prós e os contras. Já que em uma empresa o importante é ter visão do todo e não da parte.

    Vanessa Feitosa Rio Lima Costa - 12H18641

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  6. Pelo que entendi do texto, pude observar que a inovaçao em determinadas empresas de diversos modos é necessario, para que a empresa nao se torne algo tardio ou atrasado, tendo em conta o uso de tecnologia.A também um incentivo na empresas para as mudanças de acordo com o surgimento de novas ideias, e ou tecnologias, em que pode mudar de fato a empresa, tendo em conta uma visao futura de evitar problemas que podem surgir com o decorrer das mudanças.

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  7. A falta de inovação e expressão de criatividade pelas pessoas pode ser resultado de uma cultura que não nos dá essa liberdade. Mas olhando do ponto de vista necessário para uma empresa, inovar seria algo crucial para o desenvolvimento de uma empresa , já que investir em diversas área criando ,mudando e diversificando setores de uma empresa como a área de T.I. pode ser o grande passo para uma empresa despontar no mercado que e tão competitivo como e hoje em dia. O texto ainda traz dicas de como seguir com essa inovação , fazendo as pessoas se estimularem, superar limites da empresa e se prepara para possíveis crises e dificuldades que ela venha a ter no futuro. Finalizando ele mostra que mudar por mudar não pode ser feito de modo aleatório , sem perder a visão de que uma empresa é um sistema e depende de vários outros setores além de não perder a visão do todo pois limitar a visão se prendendo a apenas inovações pode ser fatal para uma empresa como foi o exemplo mostrado no texto do navio Titanic que por ser uma inovação para a época fez com que a tragedia não pudesse ser resolvida.

    André Luís Pacheco de Oliveira - 12H12813

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  8. Este comentário foi removido pelo autor.

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  9. No texto em primeiro momento é abordado o tema de inovar e sobre a importancia de inovar. Permitir a inovação é uma estratégia cada vez mais valorizada pela empresas e pelos clientes, tendo em vista que a pessoa não tem e não investem tempo na questão da inovação, isso se torna um diferencial para a empresa frente à concorrência. Sendo estimulo para o funcionário para produzir bem e realizar com eficiência a sua função, também permite que o mesmo agregue mais valor a empresa e até mesmo romper as barreiras de seu cotidiano e passar por uma maior realização no trabalho. Existem várias formas de se fazer com que a inovação produza bons resultados, como por exemplo: laboratórios de inovação, onde o funcionário tem uma maior liberdade para inovar. A necessidade de envolver as pessoas em todo esse processo é muito positiva, através de reconhecimento, interação e muita empolgação tornando tudo mais dinâmico e interessante a todos. O fracasso também é trabalhado nesta temática, fracassar de acordo com o texto não significa simplesmente errar e sim passar a ver oportunidades para inovar e aprender com o fracasso. Passando a positivo e construtivo, o fracasso pode ser sim um instrumento para inovar. A questão de lapidar aos poucos permite ver que através da simplicidade várias oportunidades podem surgir e provocar a inovação e novas ideias. Incutir um sentimento de desespero é importante, pois faz com que todos querem arriscar, encarrando possíveis ameaças e aproveitando as oportunidades atuais. Outro fator importante é a conversa, pois ela permite absorver o que é necessário e de uma forma rápida e precisa, aumentando assim o “nível” de capacidade para inovar. As consequências não previstas fazem parte de todo o processo de inovação, fazer funcionar mesmo diante das adversidade é uma capacidade que se destaca junto a inovação. Concluindo, a inovação faz parte de um novo tipo de estratégia cada vez mais valorizado, gerando um diferencial para quem a usa, capaz de atrair muitas melhorias e bons resultados a inovação é vista como um investimento de sucesso na área de TI.

    Luanna Karlla de Sousa Pontes - 12H10691

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  10. A matéria tem o objetivo bem sucedido de passar a idéia de que a inovação precisa de uma série de fatores para acontecer. Não é simplesmente fazer entrevistas e selecionar pessoas capazes de “inovar”, os profissionais tem que ter estímulos, objetivos e precisam de um ambiente propicio para que a criatividade possa fluir, e o medo do fracasso se minimize como é mostrado no terceiro ponto, que julgo um dos mais importantes, uma vez que fantásticas idéias muitas vezes não chegam a ser conhecidas porque quem fez não teve coragem de torná-las pública por medo do fracasso. No ponto que tange à lapidação das inovações podemos extrair uma preciosa lição, de que é melhor começar com vagas noções de inovação, que proporcionam um processo de começos e recomeços envolvendo idéias de diferentes pessoas, o que pode resultar num trabalho mais produtivo. No quarto ponto a idéia central é de que “em qualquer circunstância, boa ou ruim, é preciso estar inovando”. E os últimos pontos mostram que o maior contato com os clientes é muito importante para o processo de inovação e também que é preciso ter uma visão ampla desse processo, observar quais áreas ele vai afetar e como, porque para uma inovação realmente dar certo é preciso dar a devida atenção a todos os detalhes.


    Laís Santos - 12H10055

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  11. ao ler o texto eu pude entender que nenhuma empresa consegue se manter no mercado sem apresentar inovações e por isso cada vez mais elas investem em profissionais que tem grande capacidade de inovação. o texto também mostrou os pontos que devem ser observados e seguidos para se produzir inovação dentro das empresas: permitir inovação, envolver pessoas,à vontade para fracassar, lapidar aos pucos,incutir um sentimento de desespero, começar conversando com pessoas e dar atenção às consequências não previstas. É preciso deixar os profissionais à vontade para criar, incentivar e reconhecer o seu esforço , convencê-los de que errar não é o fim e que eles devem aprender com os erros,eles devem ter em mente que é melhor trabalhar com as idéias e protótipos ainda brutos e que sempre é tempo para inovar, os profissionais também devem conhecer a importância do diálogo, das pesquisas de campo e a diferença entre inovar para alcançar um beneficio definido e mudar para pelo bem de mudar. Por fim, eu pude entender que as inovações na área de TI definem os rumos que a empresa vai tomar e garantem o seu sucesso no mercado que é cada vez mais competitivo.

    Ariano Pereira da Silva - 12H17998

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  12. O texto elenca sete pontos que julgo como pilares da inovação. Atentar a esses sete itens é tarefa primordial de uma empresa que busca competir em um mercado cada mais acirrado. No primeiro item, ele fala do "permitir a inovação"; para isso, a empresa precisa ser de fato um organismo, que se comunique, se interligue e principalmente envolva seus funcionários no processo criativo. Para inovar é preciso correr riscos, e para correr esses riscos o texto fala sobre a importância de fracassar. O fracasso não é o fim do caminho, mas sim a prova de que essa ideia precisa ser lapidada, amadurecida e seja o resultado da "co-criação" de uma equipe.
    Nesse texto ainda é possível ver exemplos de que empresas que "se permitiram" ser criativas e investiram em laboratórios de criação. Outro ponto importante é não deixar-se cair no marasmo ou nos frutos do sucesso. Um exemplo prático seria a Kodak; com a faca e o queijo na mão, com a 'chave' da invenção da câmera digital, a empresa optou por não inovar e não se atentou às consequências dessa falha. Resultado: a empresa sucumbiu e foi dilacerada pelas concorrentes.
    É importante notar que não há um estado de estabilidade para a inovação. O autor finaliza com o exemplo clássico do navio Titanic, em que se pensou no todo (a vultosidade do navio) e não se pensou nas partes (os botes salva-vidas). Somado a isso, ele destaca a importância entre inovar para alcançar um benefício definido e mudar pelo bem de mudar, e que é preciso estar atento às consequências e aos imprevistos que toda mudança pode ocasionar.

    Igor Ribeiro de Moura - 12H16754

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  13. De acordo com as práticas de inovação mostradas no texto é possível perceber a importância da área de TI dentro de uma organização, pois a mesma é responsável pelo direcionamento das inovações possibilitando e permitindo a participação dos mais variados tipos de profissionais desta empresa independente de ser da área de TI e isto é fundamental no processo de criação de novos projetos, levando em consideração que quanto mais pessoas envolvidas mais empolgadas as outras vão se sentir para participar também e quanto mais diferentes são essas pessoas mais amplo se torna o espaço para o surgimento de novas ideias.
    Aos gestores cabe manter o estado mental inovador, abrindo sempre espaço para o fracasso, pois esse fracasso abre portas para o aprendizado e a partir dos erros é possível ter novas ideias, isso não significa que o fracasso seja uma coisa boa, mas ele se torna necessário para fazer com que os profissionais busquem sempre o aperfeiçoamento de suas ideias, garantindo assim que a empresa da qual faz parte seja competitiva e esteja sempre a frente da concorrência. O processo de criação exige das pessoas envolvidas um comprometimento muito grande, pois quanto mais bruta for a ideia e quanto mais ela precise ser lapidada melhor, pois permite que os envolvidos tenham um maior interesse no sentido de que poderão participar ainda mais da produção dessa ideia, tornado-se “co-criadores” desta.
    Lembrando que inovar não se trata apenas de mudar o que se tem, afinal mudanças implicam em muitos outros aspectos e é fundamental a consideração dos riscos para que a busca pela inovação não se torne um transtorno, observar o detalhes, conversar com clientes e colaboradores é fundamental para a implementação de novidades, pois dessa forma pode-se perceber de uma forma mais concreta onde vai ser afetado e de que forma isso vai acontecer, para que essa inovação se torne em um problema.

    Tamires Dália do Nascimento 12H16223

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  14. "Mesmo não havendo um 'manual de inovação', e inovação sendo um assunto tão amplo e difícil de se falar com total visão e controle, o autor se faz pronto a colaborar desenvolvendo ao longo de seu texto alguns pontos que são importantes pra que seja possível realizar inovação, sobretudo na área de T.I.. Dentre as abordagens ele fala que é preciso 'permitir a inovação' e logo faz uma breve crítica ao comportamento de pessoas que não carregam em mente o espírito inovador(acomodação), ele chega a propor que seja incutido um sentimento de desespero, pois assim é possível se antecipar e reagir melhor aos tempos de crise. Comenta também que é necessário envolver as pessoas , fazendo-as sentir satisfação ao desenvolver algo inovador, e que não se deve ter medo do fracasso, pois este também faz parte do processo de inovação, e alerta para as consequências não desejadas, fazendo-se necessária uma prévia visão de quais objetivos a ser atingidos, assim como analisar as possibilidades de erros. ”

    Marlon Pereira Gonçalves 12h12503

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  15. O texto mostra que a inovação é algo essencial em uma empresa.Envolver pessoas nessa area,é algo que pode trazer varias vantagens a organizacao,pois quando várias pessoas pensam sobre o mesmo assunto,as ideias sao mais diversas e algumas podem ser bastante eficientes para serem postas em pratica.O texto tambem aborda que o sentimento de desespero pode ser benéfico pois quando pensamos em situacoes que possam dar errado,mudamos sempre para melhor para tentar evitar esses possiveis erros.Outro aspecto a se dar enfase é o de lapidar aos poucos,porque quando produzimos algo bem lapidado as outras pessoas ficam mais envergonhadas em criticar o nosso trabalho,o que pode fazer com que nao acrescentem algo construtivo.O autor também fala que a empresa deve incentivar sempre a inovacao,para estar inserida no mercado e ser competitiva.Para finalizar,o autor cita que é importante a empresa ter "campeões em inovacao" como tambem ter individuos com o pé atras para que possam ver toda uma amplitude,e olhar com calma os futuros efeitos,custos,etc.


    José Wilson Martins Veloso Júnior 12H11450

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  16. O texto nos traz uma visão acerca de inovações de TI, ao longo do texto são expostos sete pontos falando o quanto é importante inovar e ter em sua empresa uma equipe de TI inovadores. Os conselhos das empresas são essenciais para saber os erros e os caminhos melhores a seguir. No quarto ponto, por exemplo, vemos que é necessário começar projetos brutos e não agir como se tudo estivesse certo desde o inicio, lembrando que se houverem falhas as outras pessoas envolvidas no projeto encontra um meio de corrigi-las e lapida-las de acordo com as ideias propostas.

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  17. Relatar sobre como inovar, geralmente, é visto como um assunto complicado tanto pra ser escrito quanto entendido, porém no caso do texto apresentado, a leitura, por englobar o assunto de forma simples, consegue entreter seu leitor de forma tão natural, que permite até o envolvimento dos leigos e desconhecedores da TI em geral.
    Para a inovação, requisitos básicos, como os inscritos em alguns tópicos do texto, são o minimo para quem deseja o mérito em suas experiências. "Permitir inovação" como o primeiro tópico, não desmerecendo os outros, foi de um glorioso tema para abertura, pois o preceito mínimo para quem deseja inovar é que permita a inovação. Infelizmente, como exclamado em parte do tópico, " a realidade é que a maioria das pessoas não reservam tempo para pensar sobre inovação porque não existe direção ou permissão vinda lá de cima para isso". Inovar exige atitudes, os riscos devem ser pensado, óbvio, mas nada vingará se não houver a coragem de arriscar. No decorrer do texto, uma mescla de experiencias de algumas empresas, tornam que nos animemos, pois o êxito demonstra progresso, e é isso que desejamos.
    Ao finalizar suas idéias, o autor brilhantemente cita o pomposo Titanic como exemplo, para enchergarmos os detalhes acima de um todo, afinal, são os detalhes que se destacam em um mundo de padrões.


    Allyson Sales Melo - 12H18765

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  18. O autor resolveu falar um pouco sobre os principais pontos do programa “Innovative CIO”, do qual havia participado recentemente.
    No primeiro ponto, permitir inovação, aponta que na maioria dos casos, muitas pessoas pouco se preocupam ou tomam iniciativa para entender o que a TI pode gerar de vantagem e inovação para suas vidas e respectivas áreas de trabalho. Em contrapartida, mostra exemplos de empresas que se preocupam e estão atentas à esse ponto. Empresas essas que criam programas para desenvolver e gerar talentos nas mais diversas áreas, incluindo TI; Em “envolver pessoas”, segundo ponto citado, mostro o caso da empresa Rite Solutions, criadora de um programa em que os funcionários da mesma podem propor ideias vantajosas para a Rite Solutions de acordo com o andamento do programa. Essa ideia ajuda além de promover a integração e promoção de funcionários, dando a cada um deles oportunidade de mostrar suas ideias, também cria medidas baratas e que contribuam para o desenvolvimento da empresa. “À vontade para fracassar”, terceiro ponto, mostra que nas organizações os funcionários devem “tentar fracassar” logo no inicio de seus aprendizados, para que aprendam a lhe dar com esse tipo de situação, buscando encontrar nestas, ideias que gerem inovação. Cita exemplos de empresas que trabalham com essa linha de pensamento e que entendem que não devem ter medo de errar, mas sim de perder oportunidades. Nessa mesma temática, expõe o ponto 4 “Lapidar aos poucos”, dizendo que é mais inteligente (e interessante) que uma ideia não seja criada de forma perfeita, mas que se inicie de forma simples e bruta para que seja aprimorado ao longo do processo, buscando-se aprender com os erros. No ponto cinco, ”Incutir um sentimento de desespero”, tenta expor que as empresas devem realizar um exercício “pré-mortem”, onde visualizam um problema que possa surgir daqui a alguns anos, e criem soluções imediatas antes que a crise aconteça. Em “Começar conversando com pessoas” (ponto 6), é mostrado que quanto mais contatos e conversas entre todas as partes de uma empresa, maior é a capacidade desta de gerar novas ideias. Mas, lembra toda e qualquer mudança na empresa, de acordo com o sétimo ponto “Atenção às consequências não previstas”, deve ser bem pensada e planejada para que não aconteça que esta, ao invés de aumentar vantajosamente a empresa, cause uma exposição desnecessária e até mesmo o afundamento da mesma.

    Cláudia Cabral Nunes 12H12279

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  19. O texto traz uma abordagem sobre a importancia da inovação nas empresas e como a tecnologia da informação e da comunicação faz-se presente nesse processo. O autor utilizou sete pontos chaves para demonstrar o quão importante é o processo de inovação dentro das empresa e como a area de TI atua diretamente nesse processo pois, atualmente, no mundo globalizado em que vivemos é fundamental para qualquer empresa permitir-se inovar para poder crescer e estar sempre adequada ao mercado e as necessidades e exigencias de seus clientes e para isso o uso da tecnologia é primordial sem deixar da lado tambem o carater humano. O autor trouxe varios exemplos de empresas que inovaram e conseguiram alcançar sucesso em suas açoes enfatizando tmb o papael dos profissionais da TI nesses processos.

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  20. Pelo que eu entendi do texto: é necessário reservar e proporcionar um tempo para inovar e gerar novas ideias pois manter o processo é fundamental e prevenir e inovar são essenciais e lucrativos; o processo tem que estimular as pessoas à participar; para ser inovador é preciso perder o medo de errar e passas a aproveitar mais as oportunidades que surgem pois, se não der certo, é possível aprender com os erros; não é necessário começar um projeto em busca de perfeição e sim de utilidade, algo que possa ser reinventado e utilizável para possíveis novos projetos que surgirão; evitar a comodidade quando os tempos são bons e prevenir possíveis crises com inovações é essencial para as empresas; através do diálogo é possível perceber novas oportunidades, proporciona a criatividade, adquire novas informações sobre o mercado em que atua e; é preciso calcular os riscos e prevenir possíveis danos que de início pareçam impossíveis de ocorrer, sempre proporcionar uma oportunidade para desfazer o que foi feito caso não funcione.

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  21. O que eu entendi do texto lido é que a necessidade existe de inovar mas nem todas as empresas estão preparada. Foi o que autor destacou nos 7 itens abordados:
    1º- Deve-se permitir a inovação.
    2º- Tem que envolver pessoas.
    3º- Pessoas que não tenham medo de errar, afinal a gente aprende muito com os erros.
    4º- Lapidar aos poucos, inovar não é ter a ideia, por em prática e querer que dê certo, é necessário todo um processo e entender que ao final de tudo pode dar errado, é um risco.
    5º- Incutir um sentimento de desespero. É que quando a empresa vai mal até pensam em inovar, mas não tem meios. E quando vai bem é o medo é o medo de arriscar por em perigo aquele sucesso.
    6º- Começar conversando com pessoas. É começar com uma discussão, buscar ideias e além de tudo fazer meio que uma pesquisa com clientes, saber o gosto, o que esperam e o que buscam em relação a diferencial.
    7º- Atenção às consequências não previstas.
    Isso tudo mostra que é necessário investir em inovação o cliente gosta de novidade, as empresas têm que perderem o medo de investir em tecnologia e marketing, e no mundo globalizado que estamos hoje, a área de TI está aí para ser explorada e tem pessoas que são capazes de fazer "milagres" usando-a. Agora tão importante quanto, é ter atenção, não ficar deslumbrado com algo maravilhoso e esquecer possíveis contratempos, afinal é um risco, se vai dar certo ou não só o tempo dirá. Para se tornar campeões em inovações é necessário também olhar para traz, prever e eu diria até que, ter sempre em mente um plano B.

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  22. A inovação é uma atitude necessária para o sucesso do profissional e consequentemente das empresas, que visam o lucro e o sucesso a todo momento.
    Iniciativa, bom senso, ter a noção de que o mundo empresarial é muito inconstante e que se está sujeito ao fracasso são pontos importantes nas práticas dos funcionários de uma empresa.
    Reconhecer as falhas e ter vontade se superá-las estimula cada vez mais os funcionários a trabalharem e contornarem a situação, pois com esforço e dedicação a situação pode ser devidamente contornada.
    É necessário também ter visão de futuro e ter a sensibilidade para perceber as consequencias que cada ato executado hoje pode gerar amanhã.

    Italo Sousa Silva 12H10357

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  23. O autor do texto expõe a importância das inovações da área de TI no dia a dia nas empresas. Inicialmente mostra a importância de se abrir para essa área. Relatando a diferenciação proporcionado se comparada as empresas tradicionais que não reservam tempo para pensar nisso. A todo momento, está em destaque o funcionário! Dar liberdade, criar um bom ambiente de trabalho, cuidar da psicologia, tudo para o bem estar do funcionário e consequentemente o bom andamento da empresa. Inclusive, o "incentivo" ao erro, para mostrar que se está desafiando os limites, pregando o lema: "aprender com os erros".
    Mostra também que em TI, como em todas as áreas, deve-se começar devagar, enriquecendo um protótipo bruto, por exemplo. Um passo de cada vez. Independente da situação financeira da empresa não deve-se parar com as ideias. Todos os momentos devem ser propícios para ideias criativas. Relata os beneficios da interaçao empresa- funcionário- cliente.
    Por ultimo, e de total necessidade, pensar nas consequencias não planejadas, e tomar cuidado com os efeitos práticos que qualquer inovação deseje alcançar.

    Jeniffer Dias 12H10268

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  24. Esse texto trás em geral, a concepção de que inovação é necessário para qualquer que seja a empresa, a preocupação com inovações tecnológicas, algumas empresas tem profissionais especializados para evitar a alienação dos profissionais, uma vez que tem o intuito de melhorar a produção, reduzir gastos e facilitar a administração da mesma.
    Para isso acontecer, ele dá algumas dicas do que fazer, como incentivar a participação dos funcionários para incentivá-los melhorando seu desempenho.
    Há a preocupação no futuro, ou seja, não basta se preocupar com problemas presentes e internos, deve-se sempre ficar preocupado em inovar, uma vez que isso vai fazer a diferença da concorrência.

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  25. O texto fala sobre mitos e tabus que envolvem a palavra-chave da nova economia, a inovação e estabelece em sete tópicos formas, dicas e mecanismos de como combater e atenuar essa mentalidade conservadora em relação ao ato de inovar dentro das empresas.
    Esses sete pontos específicos dentro do processo de inovação no mundo executivo podem ser descritos resumidamente como se segue e dão ênfase as seguintes questões: a falta de liberdade para os talentos inovar dentro das empresas; o medo e a cultura do “não podem fracassar; a questão de que a inovação deve ser atraente e participativa; a inovação não deve ser um processo automático, mas aos poucos, A valorização das conversas informais; a inovação deve ser fomentada tanto nas situações adversas como nas situações favoráveis e por fim a inovação não deve esquecer os detalhes e as conseqüências imprevisíveis que isso pode acarretar numa empresa e na vida das pessoas.

    Elício

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  26. O texto acima, "conheça os hábitos de líderes de TI inovadores", se refere a um tema de suma importância para o modelo contemporâneo de gestão de empresa. Desse modo, o autor demonstra a importância da inovação, especialmente em relação a Tecnologia da Informação. Ocorre que as grandes empresas esquecem de inovar devido as responsabilidades que possuem e os objetivos que devem ser alcançados, deixando de lado este princípio básico para alcançar o sucesso, o qual seja a criatividade de inovar. Por isso, o texto cita algumas empresas que estão se preocupando cada vez mais com esses aspectos, contratando profissionais específicos para a área da inovação.
    O autor do texto cita também alguns pontos importantes do programa "Innovative CIO" da Universidade de Standford e que versa sobre essa questão. A princípio é importante que se permita a inovação, claramente esse é o primeiro passo para que a inovação se concretiza. Depois é preciso envolver as pessoas, uma vez que elas que irão desenvolver o trabalho necessário. Outro interessante aspecto é a vontade de fracassar, não significa que fracassar é positivo, mas que as pessoas devem arriscar para alcançar voos mais altos. Lapidar as ideias aos poucos também serve para que o objetivo seja alcançado da melhor maneira possível. Incutir um sentimento de desespero também serve para que soluções apareçam de forma mais clara e mais rápida. Começar conversando com as pessoas e dar atenção as consequências não previstas finalizam o processo de inovação, o qual impussiona a empresa a alcançar seus objetivos.

    Evaldo Carvalho 09h17710

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  27. Não existem moldes especificos para que uma empresa seja bem sucedida, mas existem tecnicas que podem ajudar a bater esse objetivo: permitir a inovação na empresa, de modo a aceitar novidades, para depois envolver pessoas nesse trabalho, e pessoas que estejam dispostas a inovar e a fracassar inumeras vezes, dessa forma abrindo novas possibilidades para a empresa e aprendendo com os erros. Mas tudo isso se preocupando com os objetivos da empresa, com o tempo de execução das metas e cuidando principalmente dos detalhes.

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  28. Nesse texto, fala-se de sete pontos defendidos pelo programa "Innovative CIO" , sobre inovação da universidade de Standford. Esses pontos são:
    *Permitir inovação, que consiste em dar permissão e incentivar as pessoas a serem criativas e inovadoras o que traz grandes vantagens competitivas.
    *Envolver pessoas, em que todas as pessoas da empresa são incentivadas a participar no processo de inovação, divertindo-se e sentindo-se útil para sua empresa ao serem reconhecidos.
    *À vontade para fracassar: esse ponto diz que os fracassos são fundamentais na vida de uma empresa, pois se não há fracassos significa que não se está tomando riscos, o que é necessário para o desenvolvimento e sucesso de uma empresa. Além disso, erros são importantes pois aprende-se com eles.
    *Lapidar aos poucos: não deve-se buscar a perfeição ao tentar fazer as coisas rápido demais, pois quanto menos lapidadas e prontas form apresentadas as ideias maior será a reação em relação à mesma e existirá um número maior de pessoas acrescentando suas ideias e opiniões, gerando um produto final bem melhor do que aquele que surgiu de uma ideia que já nasceu "certa".
    *Incutir um sentimento de desespero: esse ponto diz que deve-se cobrar inovação tanto em tempos de prosperidade quanto de crise.
    *Começar conversando com pessoas: o contato com o cliente e o mercado são de extrema importancia pois as empresa produzem de acordo com os interesses dos clientes e tendências do mercado.
    *Atenção as consequências não previstas: inovações são muito importantes, só q é preciso manter-se em mente que quanto mais inovações são feitas maior é o risco assumido, portanto é preciso sempre ficar alerta para todos os altos e baixos das inovações.
    Inovações são muito importantes, pois sem elas as empresas ficam obsoletas e acabam sucumbindo em frente à concorrencia, portanto manter-se informado e atualizado é sempre importante.
    Isabel Naíza 12H11868

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  29. Desde a introdução textual, observamos que para ser inovador não existe uma receita a ser seguida como o texto comentou, o indivíduo que trabalha na área de TI ou em qualquer outra área, tem que estar preparado para aceitar mudanças e fazê-las também, pois a inovação nos permite usufruir de nossa própria criatividade para gerar mudanças e melhorias para a organização. Apesar de não existir uma fórmula de inovação como já dito, o autor apresentou oito técnicas ou práticas que foram sugeridas por especialistas que foram criadas a partir de lições aprendidas e que agora servem de auxilio para o conhecimento sobre inovação.
    A primeira diz que os profissionais não tem consciência da relevância de inovar, eles ficam tão preocupados em cumprir suas tarefas que se esquecem de pensar e soltar a imaginação para criar, inovar, muito menos para reinovar. E para resolver esse problema, algumas empresas já estão criando um Grupo de inovação que serve como uma consultoria, e além de buscar talentos em diversas áreas, tem processos rigorosos para propor e avaliar os resultados de suas iniciativas pioneiras de tecnologia.
    A segunda, é ter uma interação e relacionamento com outras pessoas de diversas personalidades, pois, como vimos nos nossos estudos de Administração são nos Conflitos organizacionais que surgem as maiores ideias, e isso acontecendo faz com que as pessoas se sintam incentivados a opinar e a participar do processo de inovação, sem restrições.
    O autor cita também um exemplo de uma empresa que achei bem interessante, onde todos na empresa participam, que é um processo de inovação através de uma ferramenta interna criada para inovação, chamada Mutual Fun, onde os funcionários propõem ideias, escolhendo entre eles os vencedores e perdedores, e ao mesmo tempo se divertindo pois eles não se sentem pressionados e não vão têm medo ser repreendido por errarem.
    Na terceira é fazer com que o indivíduo esteja preparado mentalmente caso fracasse, e fazer disso um estimulo para gerar uma inovação que mude a situação, ou seja aquela velha história de não temer em errar, e se caso errar aprender com os erros. A quarta lição não é diferente, é lapidar aos poucos, nunca achar que a ideia vai surgir do nada, e também nunca pensar que tudo deve estar em perfeição desde o inicio, exige muitos começos e recomeços envolvendo inclusive ideias de diferentes pessoas.
    Na quinta e sexta, já volta ao que diz respeito ao relacionamento com as pessoas (Segunda lição) e a atitude que devem tomar diante de tais situações, na quinta é que diante de momentos difíceis não se deve arriscar em ideias criativas, porque como vimos, podemos falhar e esses momentos são tão delicados que se usa-las podem deixar a situação ainda mais critica.
    Por último, é ter atenção às consequências não previstas, pois deve-se inovar mas pensar bem nas possíveis sequelas que possam surgir posteriormente. Concluindo, isso tudo deve estar interligado quando se fala em inovação, e as empresas devem focar sempre na inovação, principalmente na área de TI e fazer dela um benefício nas tecnologias.

    Laysa Gonçalves Sobrinho - 12H18943

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  30. Segundo o texto, não há receita para criação de empresas inovadoras, mas com atividade dos funcionários, sendo de grande importância para que a em presa não se torne primitiva em relação aos concorrentes, sempre aderindo às novas tecnologias. A utilização dos conhecimentos do Administrador se torna importante para ouvir e orientar os funcionários em suas devidas funções, observando suas possibilidades de sucesso ou não. A orientação do bom profissional fará diferença na produção da empresa, pois são em suas ações que surgirão inovações que poderão fazer a empresa diferenciada
    Jefferson Veras- 12H18501

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